segunda-feira, 14 de junho de 2010

E se esse fosse meu último recado, seria meu último suspiro também. Porque de lembretes vivo a vida, relembrando ou esquentando a memória a ponto de evaporá-la. Sem labaredas fugazes ou superstições, morreria da mesma forma meu suspiro. Então, nada restaria além desta carcaça intrépida e branca, sem vida, alma, amor (...)

Nem sempre o que nos sustenta está próximo ou dentro de nós. Algumas vezes sequer existe.

Definhando...

Lígia P. S.; segunda-feira, 14 de junho de 2010